Superando limites Juliana Ferreira da Silva(*) Não basta apenas reconhecer a dimensão psíquica, física e social do esporte paraolímpico, é preciso também contribuir para a construção de um mundo verdadeiramente pluralista, que saiba respeitar e conviver com as diferenças. Os jogos paraolímpicos proporcionam isto. As paraolimpíadas são o segundo maior evento multi-esportivo do mundo e como as olimpíadas acontecem também de quatro em quatro anos. Se cada um dos atletas brasileiros tem sua história especifica de sofrimentos e superação dos seus próprios limites, cada atleta paraolímpico carrega uma história digna de um filme, pois para eles o desafio é ainda maior. Em 2004 os competidores paraolímpicos brasileiros ganharam 14 medalhas de ouro, 12 de prata e 7 de bronze. E Sidney no ano de 2000 o Brasil conquistou a 24° posição, tendo participado de nove modalidades, obtendo sua melhor campanha com 22 medalhas, distribuídas em seis de ouro, dez de prata e seis de bronze. Nas competições paraolímpicas os resultados tem sido muito bons. Esperamos para o ano de 2008 que o Brasil possa trazer, de suas paraolimpíadas, medalhas de ouro, prata e bronze. Superar seus limites e trazer a vitória é importante, porém, muito mais do que medalhas , desejamos que os brasileiros que participam das paraolimpíadas encontrem apoio, incentivo e que não desistam de representar o Brasil, pois o país inteiro torce por todos e , mesmo sem trazer medalhas nos transmitem alegria, virtude presente em todo e qualquer ser humano, mesmo naqueles aos quais julgamos “diferentes”. Aluna coordenadora: Juliana Ferreira da Silva, da E. E. Vilmar Vieira de Matos. Trabalho apresentado pelos alunos da disciplina de Filosofia ministrado por: Prof. Tarcisio Ant. Botareli César, Colaboração: professora Suzana Sotolani, da disciplina de Língua Portuguesa.
Escrito por por: Tarcisio às 21h27
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